quinta-feira, 29 de março de 2012

Deivid: in memoriam

"Mestre, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego? Respondeu Jesus: Nem ele pecou, nem seus pais; mas foi para que se manifestasse nele as obras de Deus." João 9: 2, 3.


Canto a Deivid

As portas do céu se abrindo
E por um facho de luz de intensa luminosidade
Descem anjinhos sorrindo
Os dedinhos tangendo as cordas de suas harpas.
E tocam-nas com energia
Enquanto, em coro, cantam, em uníssono:

“Bem-vindo, Deivid, à tua morada,
Porque à Mansão dos Eleitos sempre pertenceste.
Em terrena vida, cumpriste a missão
A ti confiada de levar e receber o Amor
E de promover uma união ainda maior entre os teus.
E como foi maravilhoso o amor que teus pais
E teus avós te dedicaram!
Toda aquela dedicação não foi movida
Somente pela piedade:
Fora só por amor... amor puro, verdadeiro.

Entra, Deivid, a casa é tua.
O Pai te espera para te entregar o galardão da Vitória.”

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